
Somos tidos como seres racionais, esquecidos cada vez mais do núcleo que nos deu vida. Somos seres de sentidos, não de razões. E quando tentamos inverter a nossa essência, somos desprovidos da eficiência, e posteriormente, da razão em que nos apoiamos e que julgamos ser o que nos deveria guiar para o futuro perfeito que almejamos. Tudo o que existe, ganha esse direito pelo equilíbrio que encontra com o seu oposto.
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