


Há uns anos atrás li um livrinho que se chamava "who moved my cheese" que em português foi traduzido para algo parecido com "Quem mexeu no meu queijo".
Trata-se de uma feliz história de dois ratinhos (e duas minimini pessoas) num labirinto em busca do seu queijo....seu, deles, é claro. Mas cada um de nós tem o seu labirinto-vida e o seu queijo-objecto/objectivo-de-vida. Cada um tinha uma forma diferente de encarar a necessidade de explorar e mudar.
Se bem me lembro, na altura da sua leitura, tirei algumas lições de sobrevivência em ambientes labirinticos. Para além das principais conclusões que tirei, consegui ainda encher a minha secretária com largas dezenas de pequenas lições diárias de partes dessa aventura que vinham num calendário que me ofereceram (tal foi o entusiasmo com que recomendava esse pequeno livro a quem eu achava que ainda não tinha visto a mudança como quem vê o labirinto por cima, e não por dentro).
É pena a minha memória não conseguir gravar de forma indelével pelo menos metade das lições que aprendo neste labirinto. Talvez já tratasse a mudança por tu. Talvez o meu sorriso fosse outro e as rugas de expressão que me começam a caracterizar fossem mais visíveis junto aos lábios e não tanto na testa e entre os olhos. Talvez fosse um sorriso mais genuíno e menos conformista.
Encaramos sempre a mudança como um jogo de trapézio com alguém do outro lado em quem não confiamos, como algo que nos fará perder o chão que nos suporta e a toda a pesada bagagem do passado. Procuramos mudanças com certezas, que não nos façam deambular à procura de um caminho aberto e possível. Queremos um GPS actualizado com todos os becos sem saída e sem queijo, de forma a evitá-los e a não perder tempo nesta vida que julgamos tão longa e certa. Queremos ir de Queijo em Queijo sem nos apercebermos que é na procura que matamos a fome da nossa essência e razão de ser. O queijo deve servir como combustível para nos movermos nos meandros deste labirinto de 3 dias e não como objectivo em si.
Bom, escrevi muita coisa e não disse nada. Talvez noutro dia a coisa possa fazer mais sentido. Outro dia, outras coisas, outrta forma de ver e viver a vida.
Trata-se de uma feliz história de dois ratinhos (e duas minimini pessoas) num labirinto em busca do seu queijo....seu, deles, é claro. Mas cada um de nós tem o seu labirinto-vida e o seu queijo-objecto/objectivo-de-vida. Cada um tinha uma forma diferente de encarar a necessidade de explorar e mudar.
Se bem me lembro, na altura da sua leitura, tirei algumas lições de sobrevivência em ambientes labirinticos. Para além das principais conclusões que tirei, consegui ainda encher a minha secretária com largas dezenas de pequenas lições diárias de partes dessa aventura que vinham num calendário que me ofereceram (tal foi o entusiasmo com que recomendava esse pequeno livro a quem eu achava que ainda não tinha visto a mudança como quem vê o labirinto por cima, e não por dentro).
É pena a minha memória não conseguir gravar de forma indelével pelo menos metade das lições que aprendo neste labirinto. Talvez já tratasse a mudança por tu. Talvez o meu sorriso fosse outro e as rugas de expressão que me começam a caracterizar fossem mais visíveis junto aos lábios e não tanto na testa e entre os olhos. Talvez fosse um sorriso mais genuíno e menos conformista.
Encaramos sempre a mudança como um jogo de trapézio com alguém do outro lado em quem não confiamos, como algo que nos fará perder o chão que nos suporta e a toda a pesada bagagem do passado. Procuramos mudanças com certezas, que não nos façam deambular à procura de um caminho aberto e possível. Queremos um GPS actualizado com todos os becos sem saída e sem queijo, de forma a evitá-los e a não perder tempo nesta vida que julgamos tão longa e certa. Queremos ir de Queijo em Queijo sem nos apercebermos que é na procura que matamos a fome da nossa essência e razão de ser. O queijo deve servir como combustível para nos movermos nos meandros deste labirinto de 3 dias e não como objectivo em si.
Bom, escrevi muita coisa e não disse nada. Talvez noutro dia a coisa possa fazer mais sentido. Outro dia, outras coisas, outrta forma de ver e viver a vida.
2 comentários:
o rapaz escreve bem...quem diria!
Mas ainda gostei mais dos ratinhos...hi hi
cada um procura o seu queijo...mas muitos passam pelo queijo sem terem coragem de o pegar... pega no teu queijo
(é verdade...tens um sorriso lindo)
Pipas
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